MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA: O EXEMPLO DO BRASIL

A soja [Glycine max] é o produto agrícola mais comercializado no Brasil, que se destaca no ranking mundial como o segundo maior produtor dessa oleaginosa (FAO, 2017). Cultivada em todo o país e com perspectivas de expansão para o Norte e Nordeste, tornou-se a commodity mais importante do agronegócio brasileiro. Entre os principais problemas fitossanitários que prejudicam esta cultura, além da ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi), os insetos causam considerável dano econômico. Com o objetivo de obter práticas agrícolas menos agressivas ao ambiente para o controle desses insetos, a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma vantagem para os produtores, buscando reduzir o impacto ambiental e os custos de produção (PANIZZI, 2013). O MIP é uma ferramenta importante para a agricultura sustentável e foi estabelecido no Brasil para a safra da soja na década de 1970. Caracteriza-se pelo uso de diferentes táticas de controle de forma conjunta, visando manter o equilíbrio do agroecossistema, com a redução dos impactos ambientais, sociais e econômicos.

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