Revista A Granja – Drones: Evolução ganha terreno nas aplicações

Muitas são as novidades no ambiente desses equipamentos para o uso específico na aplicação de defensivos. Desde a definição de regras no Ministério da Agricultura e a redução de custos por hectare na sua utilização até o interesse na fabricação por parte de grandes empresas.

Os drones para pulverização representam um dos melhores exemplos de “quebra de paradigma” no setor de proteção de plantas. Vistos até pouco tempo com desconfiança e curiosidade, esses equipamentos estão alavancando um mercado de grande potencial na terceirização de serviços de pulverização, atraindo investimentos para uma plataforma de serviços que está mudando quase tudo o que se conhece sobre a tecnologia de aplicação dos produtos para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas. Após um longo período de discussões, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, em setembro, um conjunto de regras relacionadas ao uso de drones para pulverização (Portaria 298 do Mapa, de 22 de seembro de 2021). Para a maioria dos empresários e técnicos ligados ao setor, a lacuna no embasamento legal para a utilização dos drones na pulverização vinha atrasando a adoção mais generalizada da técnica, pois os investimentos estavam sujeitos a muitas incertezas durante o período que antecedeu a publicação das normas de uso por parte do ministério. O mercado brasileiro de tecnologia de aplicação já trabalha há muito tempo com grande expectativa em relação aos drones para pulverização.

Autores: Engenheiros-agrônomos Ulisses Antuniassi, professor titular da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista (FCA/Unesp), ulisses.antuniassi@unesp.br, Fernando Carvalho, Alisson Mota e Rodolfo Chechetto, pesquisadores da AgroEfetiva

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