REVISTA CULTIVAR MÁQUINAS – NO ALVO?

A aviação agrícola já é responsável por um grande percentual das aplicações de defensivos agrícolas em diversas culturas, e os valores crescem a cada ano. Como principais características a serem observadas, para a obtenção de um bom tratamento fitossanitário, se destacam a uniformidade das aplicações e também a faixa efetiva de deposição. Ainda assim é preciso verificar constantemente se o objetivo está sendo atingido de forma eficiente.

A aviação agrícola no Brasil é responsável por um percentual grande das aplicações em pelo menos oito culturas, como por exemplo soja, milho, algodão e citrus. Para a cultura da soja, cerca de 25% das aplicações são feitas por via aérea (Antuniassi, 2015).

Dentre os aspectos mais importantes nas aplicações aéreas destacam-se a uniformidade e a largura da faixa efetiva de deposição (FD).

A falta de uniformidade, bem como faixas de deposição muito largas ou estreitas, gera grande variação da dose dos produtos aplicados no campo, o que degrada a qualidade da aplicação e gera perdas. 

Por exemplo, a falta de uniformidade no controle de pragas como o bico-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) pode comprometer o controle e gerar enormes prejuízos, pois o ciclo de reprodução ou propagação na cultura é muito rápido. Em alguns casos, a falta de uniformidade na faixa de deposição efetiva é grande o suficiente para resultar em falhas aparentes na lavoura.

Autores: Fernando Kassis Carvalho, Rodolfo Glauber Chechetto, Alisson Augusto Barbieri Mota (AgroEfetiva, Botucatu/SP); Ulisses Rocha Antuniassi (FCA/Unesp, Botucatu/SP).

Fonte: Revista Cultivar Máquinas, página 14, edição Nov 2019.

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